
Uma adega centenária devolvida à vida ativa — onde a pedra, a madeira e o aço têm, cada um, a sua palavra a dizer.

Construída pela primeira vez em 1902, a adega tem um significado real para a região — mós, lagares e armazéns de madeira que trabalharam durante gerações antes de ficarem em silêncio.
Quando a Ode iniciou a sua atividade em dezembro de 2021, mantivemos o que era importante. A maquinaria original continua exatamente onde sempre esteve. Em torno dela, uma adega moderna pulsa agora em cada vindima.





Mínima intervenção não é sinónimo de deixar andar — é saber exatamente quando não agir. Fermentações naturais sempre que o fruto o permite. Carvalho apenas quando o merece. Filtração só quando o vinho o pede.
Cada decisão é tomada barrica a barrica, que é a única forma honesta de o fazer.




Alentejana, com mais de vinte vindimas na bagagem, Maria é responsável pela magia que acontece na Ode. Formadora certificada dos vinhos da Madeira e do Porto, professora WSET, e jurada em concursos regionais e internacionais.
Quando não está a partilhar, com toda a generosidade, o seu conhecimento sobre vinho, é possível encontrá-la nos lagares — cheios de uvas ou não — e é conhecida por, ocasionalmente, derramar um copo.
